quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Porque o Obama é presidente


Mais uma vez dos, simplesmente geniais, Simpsons!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Caminhos de ferro

Enquanto estava a estudar História Económica tropecei nesta pérola:
"In the struggle for financial control of the Albany and Susquehanna Railroad, for instance, James Fisk and J. P. Morgan found themselves in the uncomfortable position of each owning a terminal at the end of a single line. Like their feudal prototypes, they resolved the controversy by combat, mounting locomotives at each end and running them full tilt into each other-after which the losers still did not give up, but retired, ripping up the line and tearing down trestles as they went"
Robert Heilbroner - The Impact of Industrial Technology

Apesar de não ter conseguido encontrar mais informação sobre este caso, acredito que seja verdade e, se o for, é espectacular não só por ser uma disputa que podia ter sido resolvida por acordo, mas porque a sua solução passou por enviar um comboio contra outro. De notar que o livro de onde esta passagem foi tirada é uma obra de um historiador económico reputado.

Se isto não é comédia da boa, não sei o que é.

Se calhar é parvoíce

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Uma fotografia por dia

Que Noah tira uma fotografia de si próprio todos os há uns anos já todos nós sabíamos. Se calhar nem todos sabíamos, mas de certeza que muitos já ouviram falar neste, pode-se chamar, "hobby". Os resultados, de Noah e outros, na minha opinião são muito bons e vê-los até tem a sua piada. O que muita gente não sabe, provavelmente, é que a série The Simpsons também o fez há um par de anos.
Vamos ver:



Para poderem ver o vídeo de Noah, aquele que referi no início, podem carregar aqui.

sábado, 17 de janeiro de 2009

No último Domingo

Quem teve a oportunidade de, no último Domingo, ter ido ao Estádio do Bessa assistir ao Boavista - Estoril (e, sinceramente, porque não haveria de ir?), certamente reparou num aspecto curioso: a Bessinha, mascote do Boavista, estava mais alta.

A verdade é que aqui o vosso amigo foi, por umas horas, a pantera que anima os intervalos e o período pré-jogo.


O trabalho não era mais do que andar a cumprimentar as criancinhas, mítico sonho de Carlos Cruz. Mas o que soube melhor foi saber que, estando muito frio, eu encontrava-me dentro de uma roupa felpuda e quente.




Foi, no fundo, fazer um favor ao clube e assistir à vitória do mesmo por 2-0, golos de João Tomás.

Tão cedo não repito a experiência.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Do Japão com amor

E do Japão, com amor, dou-vos três músicas. A primeira é dos Sour e chama-se Hangetsu. A segunda é dos Happy End e tem o nome Kaze Wo Atsumete. E a terceira é dos te' e responde pelo nome 如何に強大な精神や力といえども知性なくしては『無』に等しい。. Não me perguntem o que quer dizer.







Então? Gostaram?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Vinde a mim meus filhos


A igreja católica continua no seu bom caminho de tolerância para com os não-cristãos. Quem não se lembra dos velhos tempos onde se queimavam pessoas para as salvar? Coitadinhas, era tudo para o bem delas.

E para nos fazer lembrar disso eis que surge D. José Policarpo, cardeal patriarca de Lisboa. O que diz ele? Vamos ouvir. Ou ler.

"Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Ala sabe onde acabam"

Eu vou seguir o conselho à risca porque já que estamos neste assunto, não pretendo casar com homem nenhum. Mas às mulheres que ouvem isto é difícil, admito, que um homem cuja religião obriga a sair de casa todos os Domingos de manhã, faça sol ou faça chuva, diga que os muçulmanos são "um monte de sarilhos". Sarilhos é uma palavra que magoa pouco, portanto pontos para o José Policarpo por isso. No entanto é muito bonito ver que usou o termo "nem Alá sabe onde acabam", mostrando pluralidade no discurso.

Mas D. José Policarpo, cardeal patriarca de Lisboa não parou por aqui. Não. Porque D. José Policarpo, cardeal patriarca de Lisboa acha que tem mais a dizer. Por isso D. José Policarpo, e friso que é o cardeal patriarca de Lisboa acrescenta:

"Estão a ser dados os primeiros passos, mas é muito difícil porque a verdade deles é única."

Policarpo, que é que ele era? Ah, cardeal patriarca de Lisboa, diz isto em referência às conversações que a religião cristã está a tentar ter com a religião muçulmana. E esta frase só não é tão má como podia ser porque a anterior bate muitos recordes. Admito que a verdade deles seja única, mas admitamos, a verdade dos cristão também não é propriamente diversificada. É se quisermos, qual é que era a palavra, única também. Portanto argumentos desses não funcionam José Policarpo. E as conversações hão-de ser difíceis enquanto se disser que casar com um muçulmano é um monte de sarilhos.

Mas não sei, digo eu, não sou cardeal patriarca nem nada.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O melhor do mundo

Sim sim, o melhor jogador do mundo é o Cristiano Ronaldo. Parabéns e mais não sei o quê... Mas não é disso que quero falar. Eu quero contar-vos do melhor canal do mundo. Sim, também há um! E sabem qual é? Não? Eu também não, mas acho que é a RTP1. E porquê? Vou-vos contar.

Hoje eram 19 horas quando começou a gala de atribuição de prémios da FIFA. E o que esperava eu ver como intro? O logótipo da FIFA. Mas ao invés disso, a RTP1 estampa-me uma fotografia do Cristiano Ronaldo e com letras garrafais: "O Melhor do Mundo".

Isto leva-me a concluir que a RTP1 tem poderes de adivinhação fora do comum, e tendo em conta que a adivinhação é, já em si, fora do comum, então isto é espectacular!

Ninguém me tira da cabeça que a RTP podia agora tirar a Maya do emprego que tem, que há muito que é falar de celebridades e isso até eu sei, ou mesmo desempregar a Vera Xavier. Mas acho que essa última vamos deixar em paz desta vez...

(Desculpas à 2:, que continua a ser o meu canal favorito)

domingo, 11 de janeiro de 2009

Escolhas

Na passada sexta-feira enquanto fazia zapping, às 12:50, descobri que na RTP1 estavam a falar sobre sexo na terceira idade. Na SIC estavam a falar do caso da Esmeralda. Na TVI falava-se de corridas de carros ilegais.

Pois é... Acabei por ver a 2:, onde estava a dar a chamada "bonecada". Isto de só ter quatro canais facilita as coisas.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Acabei de ler


Sei que ainda não é normal falar de coisas que façam bem à mente neste sítio, mas gostava de fazer menção a este livro, que acabei de ler ontem à noite. O "Breve História de Quase Tudo" de Bill Bryson faz jus ao seu nome e relata, para meu espanto, mesmo quase tudo. Sei que pode parecer redundante mas é mesmo assim. E a forma como é escrito é genial, sem nunca colocar termos académicos ou se, como por vezes é caso, os colocar, explicar o que significam, tornando a linguagem relaxada mas sem nunca deixar de ser séria.

O escritor não se limita a dar um monte de dados sobre as mais variadas ciências. Para isso teríamos uma simples enciclopédia. Ao invés, Bryson conta histórias, ou estórias, onde cada cientista, de Darwin a Einstein, de Hoyle a Kelvin, é-nos apresentado como uma personagem. Bryson não era génio, apenas se interessou e foi isso que a mim me interessou.

Fez-me ter vontade de ter este livro como manual quando estava a ter ciências na escola.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Tarologamente falando

Olá de novo pequenada! Tudo bem? tudo.... Óptimo! Hoje queria dar-vos a conhecer uma nova coisa. Muita gente ainda não reparou mas a verdade é que há astrologia, astrologia chinesa, tarot, e depois há o que a Vera Xavier faz. Ela não escreve a típica interpretação das cartas de cada signo, oh não senhor! Isso é muito limitativo. Esta, chamemos-lhe "artista", põe o seu quê de poeta em cada um dos seus trabalhos.
Durante anos habituamo-nos a ver as tiras de astrologia nos jornais/revistas em texto corrido, ou em três vertentes: "saúde", "amor" e "doença". Alguns visionários chegaram mesmo a incluir "amizade". Mas nenhum desses senhores é minimamente competente ao lado de Vera Xavier. Porque se escrever astrologia, chamemos-lhe assim, fosse uma arte, Vera Xavier seria Picasso, ou Da Vinci.
Vou-vos agora mostrar porquê isto tudo, e notem que fui sempre irónico.
Hoje, dia 08 de Janeiro, Vera Xavier escreve para o signo de leão:
Levante o nariz! Endireite os ombros! Ai, mas afinal o que se passa com os solares Leões? São fulgor e brilho ou não? Hum…

Porque é que é fascinante? Porque até à última, mas mesmo até à última palavra, Vera Xavier convence-nos de que está a falar a sério e que está a fazer um trabalho competente. Até que acaba a frase com um "Hum..." como quem repensa o que diz. Sim, Vera, eu também quase que caía nessa.
Por outro lado, reza para escorpião:
Muitas vezes não procuramos razões para fazer o que fazemos, mas desculpas. (Somerset Maugham) E que prós somos a arranjar desculpas! De que é que se esconde? O que é que não quer ver?

Esta afirmação encerra em si, não só secretismo e beleza, como parvoíce. Primeiro refere Somerset Maugham, acredito que seja o romancista. Mas Vera Xavier, fazendo uma citação do senhor, coloca aspas ou o nome do escritor em relevo? Não, cruzes! O nome do senhor que fique entre parêntesis, como algo que pode ser descartado para o entendimento da frase. Vera, eu estou a colocar os teus textos entre aspas, vês? Vá, pratica e depois volta a escrever.
Para finalizar e fazer um trio, cá vos mostro caranguejo:
Hum, se fez algo que lhe pesa na consciência porque não pede desculpa?! É estranho o fenómeno do orgulho, não é? Atravanca-nos os gestos bonitos, que triste...

Não refiro o começo da frase, que nós já sabemos com quem estamos a falar, mas é inevitável reparar na forma sublime como Vera Xavier coloca mais perguntas do que respostas neste pedaço de texto.
E assim deixo de martirizar a senhora, porque isto cansa. Quem sabe um dia falo na razão de a tarologia, por si só, não ter sentido. Mas até lá, boa noite. Hum...

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Apanharam-me

Parabéns jornalistas do Record! Finalmente convenceram-me a comprar uma edição do vosso muy prestigiado jornal. Mas falharam numa coisa. Eu não comprei para ler as notícias, mas sim para amanhã voltar a comprar e ter o “Colisão”, do Paul Haggis, em DVD pela módica quantia de €1.60. Já que na FNAC ele está a €15, mais vale por meio de cupões. E assim se engana os franceses não é? Diz-me um passarinho que depois de amanhã já não compro o jornal e que, o mais provável, é só voltar a gastar dinheiro neste pedaço de folhas quando sair o Pulp Fiction para a semana que vem.


Mas isto tudo para dizer o quê? Isto: que os jornais desportivos são a versão masculina das revistas cor-de-rosa. Ninguém quer admitir mas eu sei porque é que se vende, eu li nas entrelinhas. Montes de fotografias e fofoquices de desporto, não é? Pois é... Ao que parece o Rui Costa está a ter dificuldades com algumas amantes, vulgo Binya, Moreira, Di María e Aimar; Cajuda lamenta perder Gustavo, seja lá ele quem for; entre outras coisas. Um dia metem as namoradas dos jogadores como notícia... ah, já está! Página 41.

É isto que faz os jornais de desporto tão... bonitos. Isso e os cupões para os filmes. E os títulos de algumas notícias (“Reyes em dia de Reis”, fantástico).

Só me voltas a apanhar para a semana! Ouviste, equipa editorial do Record?!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Que comece o primeiro post

Eu não sou homem de listas, nunca fui. Não tenho top 10 de nada, nem uma contagem dos momentos da minha vida com mais piada. Mas todos os anos sou obrigado a fazer uma lista de 12 coisas que quero no novo ano. Ou resoluções. Ou o que quer que se chame. E sou obrigado a fazer isso enquanto emborco, a um ritmo frenético, 12 passas. Passas que são, no fundo, mas bem lá no fundo, uvas secas. E qual foi a lista? Calma! Eu digo, mas cada coisa a seu tempo! Mau! Ora aí vai:

1-Começar um blog no ano novo

2-Fazer as coisas a tempo e horas

3-Acabar a porcaria desta lista

São... que dia é hoje? São 5 de Janeiro e a passagem de ano já foi há mais de 100 horas. Portanto o segundo ponto da lista já falhou. Como a lista só tem 3 coisas para fazer, em vez das 12 que deveriam ser, o terceiro ponto é, não só um falhanço, como também um sucesso adiado para o ano que vem.
Que comece então o blogue!
E acabe o post!
Carago!

(Um terço das resoluções estão, agora, feitas!)